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Quem
acha que a internet, no mundo dos negócios, é
espaço exclusivo para as grandes corporações está
perdendo oportunidades de crescimento. É o que
afirma Gabriel Rossi, especialista em branding
digital, profissional de marketing focado na
construção de marcas no espaço web.
Segundo estudo do especialista, que é consultor de
grandes empresas para atuação no mundo virtual, os
pequenos comerciantes - isso mesmo: o dono de
padaria, de loja de roupas ou posto de gasolina -
ainda não despertaram para o mundo da internet e
estão perdendo chances de lucrar com isso.
“Estudos recém-lançados apontam o Brasil como o
maior consumidor da web, na frente de Estados
Unidos, Austrália, Japão, França, Alemanha,
Itália, Suíça, Espanha e Reino Unido. 70% dos
internautas brasileiros já acreditam no boca a
boca online, realizado através de Twitter e
Friendfeed, na hora de decidir o que comprar”,
explica Rossi.
O especialista ensina algumas dicas que podem
ajudar seu negócio a decolar com o auxílio da
internet:
- Um benefício oferecido pela atual fase da
internet é a possibilidade de que seus clientes e
potenciais clientes conhecerem e confiarem em
você, desenvolvendo um relacionamento sem
intermediações, muito antes de comprarem de você.
Você passa a ser parte de um escopo, sendo olhado
como fonte de conhecimento e aconselhamento
constante, proporcionando um sentimento de
confiança e credibilidade. Então, quando é hora de
comprar um produto ou serviço, há boas
possibilidades que eles pensem em você. Além
disso, você pode se conectar com pessoas que já
compram o que você vende, fortalecendo o que já
existe.
- Estar em contato com colegas no mundo todo para
troca de conhecimento, expertise e criação de
alianças estratégicas. Isso tende a gerar vantagem
competitiva. Micro plataformas como o Twitter e
Friendfeed se mostram fantásticas aliadas para que
qualquer pessoa esteja apta a se conectar e
conversar com semelhantes que trabalham no mesmo
mercado de atuação. Consecutivamente, estas
plataformas, se bem usadas, tornam-se, ótimas
ferramentas de aprendizado e inovação. Desde
bonecos para colecionadores a produtos para mães
na casa dos trinta anos (há muitas delas no
Twitter) ou artigos de pesca, pessoas com
interesses semelhantes se conectam e interagem,
beneficiando-se e aprendendo.
- Outra forma de qualquer comerciante se
beneficiar da internet é a obtenção e fornecimento
de feedback rápido, constante e em tempo real. É
possível navegar sem radar? Uma boa dica é não só
olhar para websites como forma de ferramenta
promocional e meramente transacional, isto é, o
tipo de (não) relacionamento que era proposto nos
primórdios na internet. Ao invés disso, faça dos
mesmos um poderoso facilitador de relacionamentos
e de escuta 24h, tornando fácil para que seus
clientes receber e fornecer qualquer feedback
sobre o qual estejam interessados. Você estará
apto a aprender e recolher valiosos insights sobre
os mesmos, que lhe ajudarão a conduzir seu
negócio, seja ele qual for.
- Ter um website adequado também é importante por
causa da posição privilegiada que websites e blogs
possuem em sites de busca como Google e Yahoo!.
Para isso, é fundamental conhecer a fundo seu
público. Uma comerciante que vende roupas para
adolescentes, por exemplo, se analisar com atenção
e disciplina as conversas que este público produz
na blogosfera, não só conhecerá mais sobre as
tendências e anseios dos mesmos, mas também
receberá insights maravilhosos sobre os hábitos de
compras do público teen entre outras preferências.
Fonte: Mundo
do Marketing
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A
importância estratégica do website de uma empresa,
seja ele b2b, b2c ou meramente institucional,
nunca foi tão evidente. Ele é mais que o cartão de
visita institucional, é a forma de existir no
mundo virtual, o que significa dizer que, em
grande medida, é como clientes, parceiros,
fornecedores e outros públicos a enxergam.
Vale lembrar que a primeira impressão sobre
qualquer corporação ou entidade continua a ser
muito importante, o que mudou, entretanto, é que
esta, atualmente, é formada em grande parte na
internet. O site depõe a favor ou contra a
organização. Dele depende como e se haverá o
próximo contato. Um dos grandes desafios de
qualquer organização é mais que ser bem vista no
mundo virtual, é algo mais básico que isso. É o
desafio de ser visto em meio a 232 milhões de
sites em todo o mundo, o que coloca novos
paradigmas à comunicação.
Para se diferenciar em meio a 232 milhões de sites
em todo o mundo, é preciso além de inovar, atender
às expectativas do visitante, trazer informações
acessíveis, ter uma linguagem objetiva, chamar a
atenção, ser visualmente bonito, elegante,
navegável, útil, fácil de usar, rápido, diferente,
etc. etc. etc.
Se o internauta foi levado, qualquer que seja o
motivo, à sua página, é preciso tornar sua
experiência prazerosa para fidelizá-lo, caso
contrário, é possível nunca mais tê-lo navegando
em seu site. E isto é muito sério. Infelizmente, o
desenvolvimento de websites ainda é muito amador
no Brasil. Poucos levam em conta critérios e
diferenciais do meio internet para criar seu
espaço e é por esta razão que facilmente se
encontram sites pouco eficientes e mal
desenvolvidos.
Hoje, o desenvolvimento de site é mais que um
serviço de criação, é um momento de planejar
estrategicamente para decidir o que será
contemplado, para quem, com que funcionalidades,
que tipo de gerenciamento, quais informações irá
fornecer, que imagens irá usar, como será
alimentado, de quanto em quanto tempo, que
critérios de atualização serão utilizados, haverá
contato online, de que forma, será multimídia,
entre muitas outras coisas.
O empresariado brasileiro deve considerar, para
que a organização tenha uma imagem adequada e
positiva, que seu site precisa de diferenciais e
adequação ao meio. Ora, no mês de março, o número
de usuários ativos da internet residencial
brasileira chegou a 25,5 milhões, segundo o IBOPE
Nielsen Online. Em 2008, o comércio eletrônico,
segundo o e-bit, movimentou 8,2 bilhões de reais e
o número de brasileiros que compram pela internet
chegou a 13,2 milhões. Estes dados mostram o
tamanho do universo e o potencial da internet
brasileira, colocando em primeiríssimo lugar a
necessidade de excelência no desenvolvimento de
sites.
Neste contexto, é preciso esclarecer que existem
diversas técnicas e empresas especializadas boas
no país. Muitas das quais são de pequeno porte,
mas com grandes feitos. Porém, é preciso ter
cuidado para não comprar gato por lebre.
Há também muitas tecnologias por trás de um site
bem desenvolvido, que garantem qualidade e
excelência na sua finalidade, mas o primeiro passo
é identificar o objetivo principal de sua
existência. Por exemplo, informar clientes e
prospects sobre as suas diversas atividades;
vender produtos cosméticos; informar sobre o
mercado de agronegócio. Com base neste
direcionamento, tudo será desenvolvido. Se o
objetivo é que colaboradores, clientes e
fornecedores saibam como andam seus trabalhos,
solicitações, pedidos, o desenvolvimento do site
terá que permitir níveis diferenciados de acesso,
além de prever ferramentas administrativas que
façam a gestão do conteúdo, bem como sua
atualização. Veja, é mais que ser esteticamente
bonito.
A 'beleza' do site é importante, sem dúvida, mas é
preciso mais que aparência. A usabilidade e a
ergonomia são empregadas para que a experiência de
navegação seja a melhor possível. É uma forma de
facilitar o acesso a produtos, informações,
serviços ou qualquer que seja o dado que se busca
no site.
Excelência em site está relacionado diretamente
com sua finalidade e, claro, com criatividade para
propor modos diferentes de dizer o que todo mundo
diz, com pitadas de tecnologia e muita
usabilidade, lembrando-se sempre de que um visual
agradável faz essa experiência ser muito mais
prazerosa.
Marcel Touma, é diretor de criação da Form4.biz,
especializada em soluções diferenciadas de design
digital
Fonte:
Emarket |