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De
acordo com a enquete realizada pelo Adnews, 54%
dos internautas brasileiros acreditam que a web
será a forma mais utilizada como fonte de
informações no Brasil em cinco anos. Já 26% dos
leitores afirmam que essa transição se dará em dez
anos.
Já 44% daqueles que responderam às perguntas
afirmam que a rede não substituirá os meios
tradicionais, como TV, jornais impressos e rádio.
E 4% dos participantes não sabem se essa mudança
realmente acontecerá.
De acordo com a pesquisa "World Digital Media
Trends" estima-se que a internet assumirá um papel
dominante em cinco anos em diversos países. Dessa
forma, deixará para trás mídias convencionais como
impressos, que há mais de um século têm mantido
tradição e sido considerados os mais tradicionais
pelos leitores.
Durante o encontro anual da Associação Mundial dos
Jornais (WAN), que aconteceu em junho na Suécia,
os executivos de jornais de grande circulação
mundial reafirmaram essa tendência. E endossaram
que o investimento publicitário, uma das formas de
rentabilidade dos jornais, deve migrar para a web,
por conta do crescimento de aparelhos móveis e
acesso a rede por banda larga. Estima-se que até
2011 em todo o mundo a publicidade online chegue
aos US$ 150 bilhões, 12 vezes maior que o índice
registrado em 2002.
O site e-marketer declara que até 2011 o Brasil
contará com mais de 22% da população, o que
corresponde a 43,7 milhões ou um quarto de
brasileiros conectados a web.
Até 2007, menos de 15% da população brasileira
usava assiduamente internet em suas casas,
trabalhos ou em ciber cafés e lan houses. A
pesquisa também revela que 40% dos brasileiros
preferem acessar a rede em casa, 30% de pontos de
acesso públicos ou pagos. Os menores índices de
conectividade foram durante o trabalho ou escola. |
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A melhor estratégia para as empresas de pequena
dimensão não se deixarem triturar pela
concorrência avassaladora das grandes empresas é
apostarem em nichos de mercado. Digamos,
“segmentarem” os segmentos atrás referidos.
Nicho de mercado é um pequeno segmento de mercado,
constituído por um grupo de consumidores com
características homogêneas e facilmente
identificáveis no tocante à sua sensibilidade às
nossas ofertas.
Com o advento da Internet este fenômeno tornou-se
óbvio; mas há duas décadas atrás, a falta de
visibilidade dos grupos ou pessoas com
mentalidades ou comportamentos diferentes das
massas, conduzia-nos ao cômodo estereótipo de
“excêntrico”. Há vinte anos o adjetivo
“excêntrico” abarcava todos os grupos que hoje
decompomos com rigor microscópico, em grande parte
possibilitado pela Internet.
Da mesma forma que olhamos hoje para a Internet
como geradora da enorme ameaça encerrada no
fenômeno da globalização, também devemos olhar
para a Internet como uma excelente oportunidade
para identificar os nichos que mais valorizam os
nossos projetos.
As vantagens de interagirmos com os nossos nichos
são óbvias:
1.Os nossos produtos podem ser cada vez mais
personalizados, de acordo com as preferências
manifestadas diretamente pelos nossos clientes;
2.O relacionamento direto com os nossos clientes
reduz o papel dos intermediários, favorecendo a
nossa rentabilidade;
3.Ferramentas como as extranets possibilitam uma
série de funcionalidades que anteriormente só
podiam ser desempenhadas por colaboradores (e
durante o seu horário de trabalho), o que conduzia
a maiores custos e menor eficiência. |